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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Disney On Ice 2010 – Princesas e Heróis

Quem tem entre 25 e 35 anos (aproximadamente) conhece e vai se lembrar do Holiday On Ice, que acontecia no Ginásio do Ibirapuera em São Paulo.
Um show maravilho, com patinadores experientes e sempre encenando os personagens mais famosos dos contos de fadas.
Para as crianças era um sonho da vida real, pelo menos eu via assim e AMAVA ir todos os anos assistir o espetáculo.
Pois bem, este ano a Disney trás para o Brasil o show “Disney On Ice – Princesas e Heróis” que tem as mesmas características do finado e inesquecível Holiday on Ice….
Show das Princesas
No show da Disney, as princesas Ariel, Bela Adormecida, Cinderela, Jasmim e Mulan, deslizam sobre o gelo e contam com a ajuda dos heróis para vencer os desafios e conquistar a felicidade de seus sonhos.
 O espetáculo é embalado por músicas clássicas da Disney.
Será realizado nas cidades de Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro.







São Paulo

Dias: 19 a 30 de maio
Local: Ginásio do Ibirapuera
Ingressos: R$40,00 a 120,00 (4ª ou 5ª feira); de R$60,00 a R$140,00 (sexta, sábado ou domingo)
Bilheteria: Ginásio do Ibirapuera
Vendas pela internet: Ticketmaster
Censura: Livre – Menores de 12 anos acompanhados dos pais ou responsável legal.

Ginásio do Ibirapuera (6 240 lugares). Rua Manuel da Nóbrega, 1361, Ibirapuera. Quinta, 15h e 20h; sexta, 15h e 21h; sábado, 14h, 17h30 e 20h30; domingo, 11h, 16h e 20h. R$ 50,00 a R$ 200,00. Bilheteria: 11h/17h (seg. a qua.); a partir das 9h (qui. a dom.). Cc.: D, M e V. Cd.: M, R e V. Informações e vendas, 2162-7250. Até domingo (13).

sábado, 8 de maio de 2010

Homenagem para as mães - Colégio Beka -Fund I Tarde



Acesse Colégio Beka  para assistir a outros vídeos.

Mães Más

A pedidos da Alessandrinha do Beka estou postando o texto mães más.





Um dia quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva as mães e os pais, eu hei de dizer-lhes:

- Eu os amei o suficiênte para ter perguntado aonde iam, com quem iam e a que horas regressariam.
- Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
-"Eu os amei o suficiente para fazê-los pagar as balas que tiraram do supermencado ou revistas  do jornaleiro e os fazer dizer ao dono: nós pegamos: nós pegamos isto ontem e queremos pagar".
-Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
-Eu os amei o suficiente para deixá-los assumir a resposabilidade de suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
- Mais que tudo eu os amei o suficiente para dizer-lhes NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também! E em qualquer dia, quando meus netos forem crecidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva as mães e os pais e quando eles lhes perguntarem se a sua mãe era má, vocês, meus filhos, vão lhes dizer:
- "Sim, nossa mãe era má. era a mãe mais má do mundo..." As outras crianças comia  doces no café da manhã e nós tinhamos que comer cereais, torradas... As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batata frita e sorvete no almoço e nós tinhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
- Ela obrigava comer à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.
- Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (ligava para o nosso celular de madrugada e "fuçava" em nossos e-mails). Era quase uma prisão.
- Mamãe tinha de saber quem era nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia em que lhe disséssemos com quem iamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.
- Nós tinhamos vergonha de admitir, mas ela "violava as leis do trabalho infantil". Tinhamos que tirar a louça da mesa , arrumar a bagunça, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruéis. Eu acho que ela nem dormia à noite pensando em coisas para nos mandar fazer.
-Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade, e quando éramols adolescentes, ela cosneguia ler nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata! Ela não deixava nossos amigos tocarem a buzina para que saissemos, eles tinham de bater à porta e subir para ela os conhecer.
-Enqunto todos podiam voltar tarde da noite, com 12 anos, tinhamos de esperar pelos 16 anos para chegar um pouco mais tarde e, aquela chata, levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, perdemos imensas experiências na adolecência: nenhum de nós esteve envolvidos com drogas, em roubos, em atos de vandalismo, em violação de propriedade e nem fomos presos por nenhum crime.
Foi tudo por causa dela!
agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o nosso melhor para sermos "MÃES MÁS", como foi a nossa.

EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE:
NÃO EXISTEM SUFICIENTES "MÃES MÁS!"

Como nossos pais


Esta é uma das brincadeiras que quando criança faziamos.

Resgatar, esses momentos, além de divertido promovém aos nossos filhos a oportunidade do conhecimento, do crescer e aumentar suas capacidades.

Divirtam-se:





segunda-feira, 19 de abril de 2010

Pais Brilhantes


Bons pais corrigem erros, pais brilhantes ensinam a pensar. Entre corrigir erros e ensinar a pensar existem mais mistérios do que imaginam nossa vã psicologia. Não seja um perito em criticar comportamentos inadequados, seja um perito em fazer seus filhos refletirem. As velhas broncas e os conhecidos sermões definitivamente não funcionam, só desgastam a relação.

• Educar não é repetir palavras, é criar idéias, é encantar.

• Pais brilhantes conhecem o funcionamento da mente para educar melhor. Eles têm consciência de que precisam ganhar primeiro o território da emoção , para depois ganhar o anfiteatro dos pensamentos e, em ultimo lugar, conquistar os solos conscientes e inconscientes da memória, que é a caixa de segredos da personalidade. Eles surpreendem a emoção com gestos impares. Deste modo, geram fantásticos momentos educacionais.

• Surpreender os filhos é dizer coisas que eles não esperam, e agir de modo diferente diante dos seus erros, superar as suas expectativas.

• Se você educa a inteligência emocional dos seus filhos com elogios quando eles esperam uma bronca, com um encorajamento quando eles esperam uma reação agressiva, com uma atitude afetuosa quando eles esperam um ataque de raiva, eles se encantaram e registraram você com grandeza. Os pais se tornarão assim agentes de mudança.

• Bons pais dizem aos filhos: “ Você está errado.” Pais brilhantes dizem: “O que você acha do seu comportamento?” Bons pais dizem: “ Você falhou de novo.” Pais brilhantes dizem : “ Pense antes de reagir.” Bons pais punem quando os filhos fracassam; pais brilhantes os estimulam a fazer de cada lágrima uma oportunidade de crescimento.

• Uma das coisas mais importantes na educação é levar um filho a admirar seu educador. Um pai pode ser um trabalhador braçal, mas, se encanta seu filho, será grande dentro dele. Um pai pode ser grande no meio empresarial, ter milhares de funcionários, mas, se não encantar seu filho, será pequeno em sua alma.

Trechos do livro “Pais brilhantes, professores fascinantes” de Augusto Cury

Demonstrar Amor Pelos Filhos


 Obra de Loren Entz
“Pais, se querem que seus filhos sejam ensinados acerca dos princípios do evangelho, se querem que eles amem a verdade e a entendam, se querem que sejam obedientes e unidos a vocês, amem-nos! 
E provem-lhes que realmente os amam, através de todos os seus atos e palavras. Para o seu próprio bem, pelo amor que deve existir entre vocês e os seus filhos, por mais geniosos que eles sejam, nunca os repreendam ou conversem com eles num momento de raiva; nunca o façam com rispidez ou com espírito de condenação. Falem-lhes gentilmente; desçam até eles e chorem com eles, se necessário, e façam-nos derramar lágrimas com vocês, se possível.
Abrandem o seu coração; façam-nos sentir amor a vocês. Não usem o chicote, nem sejam violentos, mas... aproximem-se deles com argumentos, com persuasão e amor não fingido. (…) Façam-nos sentirem-se como vocês se sentem, interessem-nos nas coisas que vocês têm interesse, levem-nos a amar o evangelho assim como vocês o amam, a se amarem uns aos outros, assim como vocês os amam, a amarem os pais como os pais amam os filhos (…) Vocês não conseguirão essas coisas (…) usando a força.” 
( Joseph F. Smith - Doutrina do Evangelho, p. 287)
Sejam amorosos ao corrigir seus filhos. Não lhes recusem sua afeição como meio de castigá-los, pois eles poderão aprender a não dar afeição aos outros.
“O lar é o melhor lugar no mundo para ensinar o autocontrole, para fazer com que a criança sinta felicidade ao exercer autocontrole, e para ensinar-lhe respeito pelos direitos alheios.
Sinto que a primeira contribuição do lar para a felicidade da criança é fazer com que ela perceba que existem limites além dos quais não poderá aventurar-se em segurança; segundo, ensinar-lhe consideração pelos direitos das outras pessoas; terceiro, fazê-la sentir que o lar é o local onde se trocam confidências e se recebe consolo; e quarto, fazer com que ela aprecie a idéia de que sua casa é um porto onde poderá refugiar-se e descansar das preocupações e perplexidades da vida.”
David O. McKay

Suas Mãos

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